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sábado, 25 de novembro de 2017

Vida pouca

                                       


Percorro caminhos
Na eterna incerteza
Do amanhã.
Busco, sozinho
As forças que me suportam.

O sentir me diz
Que há chegado
O final do caminho.

Mas não desistirei,
Porque quero viver
Dentro de mim,
Sozinho,
No meu erro.

Os dentes cerrarei,
Agigantando o ser
Na conquista da Alma.
Tudo farei
Para suster
O que é menos bom no sofrer.

Vejo a imensidão dos trilhos,

Os meandros
E as formas labirínticas
Envolvendo
E afogando
O delírio que me toma.

De garganta rouca
Grito ao Céu o meu tormento.

... E mais nada lamento,
Que não seja vida pouca.



SOL da Esteva

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15 Comentários:

Blogger Larissa Santos disse...

Bom dia. Assim escreve um grande Poeta. Adorei


Hoje, um pequeno texto:[ Enquanto deslumbrava o meu imaginário, naquele banco, agora vazio.]

Bjos
Um Sábado Feliz.

25 de novembro de 2017 às 09:41  
Blogger Fá menor disse...

E, depois do delírio, o despertar para a vida. Força nisso!

Beijos

25 de novembro de 2017 às 10:19  
Blogger Ricardo- águialivre disse...

Os caminhos nunca têm fim quando a nossa alma é grande.
Gostei muito de ler
.
Bom dia. Votos de um feliz fim de semana.
.

25 de novembro de 2017 às 11:39  
Blogger Célia Rangel disse...

Uma narrativa de todos nós, se destaca em seu poema, que temos consciência do que e do como vivemos... Intensa reflexão. Obrigada.
Abraço.

25 de novembro de 2017 às 11:59  
Blogger Olinda Melo disse...

Interiormente realizaremos a vida que quisermos levar a bom cabo.
Na sua busca utilizaremos os atalhos que nos levarão ao caminho certo, sem grandes abrolhos e obstáculos. Pugnemos por isso.

Um belo poema, caro Sol da Esteva. Convida à reflexão.

Abraço

Olinda

25 de novembro de 2017 às 12:19  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Linda e triste poesia,
Eu estou no limiar da minha vida com dores, mas só Deus sabe da nossa vida.
Beijos no coração
Lua Singular

25 de novembro de 2017 às 20:07  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
QUANDO A RAZÃO E A DETERMINAÇÃO SUPLANTAM O SOFRER.
MUITO LINDO, AMIGO SOL.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

25 de novembro de 2017 às 22:45  
Blogger Janita disse...

Olá, SOL.

Um poema feito grito de desânimo e cansaço.
Tão belo como todos os que sempre escreveste.
Com mais ou menos esperança, a vida é sempre Vida Pouca, para o muito que desejamos fazer.

Um abraço Amigo.

Janita

25 de novembro de 2017 às 22:45  
Blogger lis disse...

Oi Sol
Retornando depois de uma temporada forçada longe dos blog's.
Poesia cheia de sentimento que é seu feitio.Parabéns pelo dom que te eleva quando sozinho e triste,
bom domingo, boa semana
com abraço

25 de novembro de 2017 às 23:33  
Blogger SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

A vida é eterna incerteza.
Há que acordar-se sonhando
Para ver se é real, quando
Ter a alma mais acesa

A enxergar a beleza
No invisível - é um bando
De sonhos se realizando
Em luzes, cuja a clareza

Há na nossa fé, ou crença
Na fé de que nos convença
Que o querer é o poder.

Um poder equivalente
Ao que nos conduz à frente,
Que é em nós mesmos crer.

Parabéns pelo seu extraordinário poema cheio de poesia, porém deprime um pouquinho. E eu sou da crença que a agente é aquilo que pensa. Pensemos alegremente para termos hábitos que levem ao contentamento. Parabéns! Grande abraço. Laerte.

26 de novembro de 2017 às 20:06  
Anonymous Arte & Emoções disse...

O pior é que a própria humanidade contribui para encurtar o tempo de vida, mas a Natureza sempre reage. Belo poema amigo.

Abraços,

Furtado

28 de novembro de 2017 às 19:55  
Blogger Diná Fernandes O.Souza disse...

Olá amigo Sol, um poema poeticamente bem estruturado , mostra a realidade de muitos de nós. Versos reflexivos esbanjando sensibilidade.
Tenha uma feliz tarde amigo!

Bjs no core!

30 de novembro de 2017 às 17:55  
Blogger A Casa Madeira disse...

E cada dia mais vemos a vida mais pouca de
seres humanos extinguindo outros seres humanos.
E aí quando a natureza se revela o mundo chora.
Belo poema reflexivo.
PAZ E BEM.

30 de novembro de 2017 às 22:38  
Blogger Beatriz Bragança disse...

Amigo Sol
Um belo poema, cheio de força anímica, embora pareça denotar um certo tormento.
Alegra-me ter lido que não desistirá: Atitude própria dos fortes.
Um beijinho
Beatriz

6 de dezembro de 2017 às 11:47  
Blogger Paula McGill disse...

Gosto! Mesmo!

24 de dezembro de 2017 às 21:06  

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