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sábado, 8 de julho de 2017

Águas passadas




Num último tempo, tive família,
Olhei um tecto,
Vi os meus irmãos...

Quis saber da minha existência,
Depois de tão prolongada ausência
Feita esquecimento,
Em cada hora
Dos dias sem alento.

Clamei,
Desde os cumes
Onde a neve se alcandora
Nos Invernos frios da vida,
Ouvi repetir o meu eco, que chora
Lágrimas fartas, geladas...
Duma vida perdida.

O ribombar, estrondoso,
Da avalanche de frio,
Veio fechar o sepulcro vazio
No vale onde agora jaz
A dor do meu silêncio,
A dor das águas passadas.


SOL da Esteva

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16 Comentários:

Blogger Célia Rangel disse...

Essas "Águas Passadas" deixam marcas que, em nosso silêncio, nos falam profundamente... Marcas da intensidade da Vida...
Abraço.

8 de julho de 2017 às 11:01  
Blogger Luis Coelho disse...

Bom dia amigo
Aguas que nos lavam numa saudade que foi vida.
Uma poesia com dor e sofrimento.
A vida é mesmo assim.
As águas passadas são agora um presente que amamos por tudo o que vivemos e amámos.
Abraços de solidariedade.

8 de julho de 2017 às 11:12  
Blogger Rita Sperchi disse...

As vezes da meda dessas águas passadas
nem todas deixam marcas,poesia dolorida
mas perfeita como só vc sabe fazer,bom final de semana!
Convido vc a me visitar e participar
da brincadeira que está rolando por la

`•.¸.•☆¸✿‿.•*´
Abraços com carinho!

└──●► *Rita!!

8 de julho de 2017 às 13:48  
Blogger Paula McGill disse...

Lindo!!!

8 de julho de 2017 às 14:12  
Anonymous Vera Lúcia disse...

A todos os amigos:
A nossa querida Leninha se submeterá a uma segunda cirurgia (já prevista desde a primeira), nesta Segunda-Feira, dia 10.
Apesar da delicadeza do momento, ela se mantém tranqüila, confiante, em paz.
Além das orações e do apoio dos amigos aqui de perto, gostaríamos de contar com as preces de todos vocês que sempre a apoiaram em todos os momentos.
Que Deus recompense a cada um!
Vera Lúcia

8 de julho de 2017 às 14:29  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Tão sofrido e belo.
Bom fim de semana
Um grande abraço
Maria de
Divagar Sobre Tudo um Pouco

8 de julho de 2017 às 17:01  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
A HISTÓRIA DE CADA UM, COM SEUS ALTOS E BAIXOS MAS, É O QUE DE MAIS IMPORTANTE TEMOS POIS, É ATRAVÉS DELA QUE NOS MOLDAMOS A SER O QUE SOMOS.
QUE LINDO AMIGO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

8 de julho de 2017 às 23:51  
Blogger Majo Dutra Rosado disse...

De conteúdo muito triste, o poema está
espantoso de tão intenso e perfeito!
Muito bom, Sol amigo.
Vou levá-lo para o meu blogue.
Abraço, estimado poeta.
~~~

9 de julho de 2017 às 00:33  
Blogger Nadine Granad disse...

Oi, SOL!

Lindíssimo!
A solidão e a autoavaliação trazem à tona o que passou e nos marca!

Beijos!
Boa semana! =)

9 de julho de 2017 às 16:32  
Blogger Evanir disse...

Querido amigo Sol.
Feliz venho agradecer sua amável visita no meu blog,
saudades imensa do tempo que eu tinha condições
de fazer visita sempre.
Amigo poeta.
Eu estou selecionando todos amigos,
que nunca deixou de me visitar e vou retribuir a todos.
Com certeza fazendo dessa forma ficarei feliz
na certeza que são os verdadeiros amigos.
Tive que me ausentar custou muito amigo Sol já chorei muito,
mas enfim Deus tem sempre o melhor para cada um de nós.
Carinhosamente te abraço.
Amigo.
Esqueci de falar o principal.
Eu amei seu poema um pouco triste é verdade ,
mas sinto absoluta verdade em cada verso.
Uma feliz semana.
Evanir.

10 de julho de 2017 às 00:21  
Blogger dinapoetisadapaz disse...

Versos doridos expressando a solidão dos dias.Poema belo e marcante em sua poética.
Tenha um lindo e feliz dia extensivo a uma ótima semana.

Bjss amigo Sol!

10 de julho de 2017 às 10:59  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Aguas passadas que marcaram alegrias e tristezas, e que vêm à tona, principalmente nas horas de solidão. Belo poema, só que, um pouco triste.

Abraços,

Furtado

10 de julho de 2017 às 22:32  
Blogger Fá menor disse...

Mas como "águas passadas não movem moinhos" deve-se "guardar só o que é bom de guardar" e seguir em frente, rumo à foz, rumo ao Grande Oceano, mesmo tropeçando nas pedras do caminho, mas mais do que isso, sabendo contornar os grandes pedregulhos, como sempre faz a água, e levando as mais pequenas na correnteza se preciso for.

Boa semana, amigo.
Bjs

11 de julho de 2017 às 09:53  
Blogger A Casa Madeira disse...

Momentos bons ou ruins sempre serão águas passadas.
Talvez seja sofrido mas com a dor também se aprende.
Poema triste mas belo.
Não entro muito no google+s, mas vi que marcou alguns posts
da casa aproveito para agradecer seu interesse.
Boa continuação de semana.
PAZ E BEM.

11 de julho de 2017 às 18:51  
Blogger Jaime Portela disse...

Há águas passadas que ainda movem emoções...
Magnífico poema, gostei imenso.
Sol, um bom fim de semana.
Abraço.

13 de julho de 2017 às 12:51  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol!
Que linda poesia!
Muito frio e dor
Uma poesia de encantar
Beijos
Lua Singular

15 de julho de 2017 às 00:15  

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